27 de ago. de 2013

Como fazer com que o Windows use a conexão a cabo em vez do Wi-Fi

Em algumas ocasiões, o Windows mantém a conexão sem fio como padrão para que o sistema conecte-se nela em vez da cabeada. Um exemplo disso é o notebook, ou até o próprio desktop, que está cada vez mais livre de conexões a cabo. Com alguns pequenos ajustes, é muito fácil modificar a prioridade, como veremos na Dica para Windows dessa semana.

 Abra o Painel de Controle ou, considerando que o sistema esteja na área de trabalho (área clássica, no Windows 8), procure o ícone de conexão na bandeja de notificações, clique com o botão direito nele e abra a Central de Rede e Compartilhamento. No painel esquerdo, clique em Alterar as configurações do adaptador e tecle Alt para que o menu clássico do Windows apareça. Nele, clique em Avançado e depois em Configurações Avançadas.

 Em Adaptadores e Associações, selecione Conexão local e clique no botão de seta para cima até que ele fique em primeiro na lista. Então, basta confirmar as alterações clicando em OK. Feito isso, o Windows passará a procurar por uma conexão cabeada antes de conectar em uma rede sem fio.

26 de ago. de 2013

SPYWARES, KEYLOGGERS e afins - MELHOR PREVENIR DO QUE REMEDIAR

Quem nos acompanha regularmente sabe que o keylogger é um tipo de spyware que se instala sub-repticiamente no sistema com o fito de registrar senhas e outras informações confidenciais que a você digita ao operar o computador – mesmo em teclados virtuais, onde os dados são inseridos com o uso do mouse.

Como os vírus tradicionais, essas pestes pegam carona em anexos de email, arquivos compartilhados via programas P2P e links maliciosos disseminados via correio eletrônico ou em salas de chat, programas de mensagens instantâneas e assemelhados. Uma vez coletados, os dados são enviados para o cracker de plantão, que acessa o site do banco, por exemplo, e faz um rombo no orçamento do infeliz.



Sem prejuízo daquelas velhas – conquanto ainda eficazes – recomendações que a gente vem repisando nas centenas de postagens já publicadas sobre segurança digital (para saber mais, use o campo de buscas, na parte superior esquerda da tela), abria o Editor de configuração do sistema (tecle Windows+R, digite msconfig na respectiva caixa de diálogo e pressione Enter), clique na aba Inicializar e cheque os executáveis que aparecem na lista (como nem sempre é fácil associá-los aos programas que os puseram ali, recorra à base de dados do ). Melhor ainda é instalar o ProcessQuickLink ou o Process Explorer, por exemplo (já analisados aqui no Blog), que são uma mão na roda para verificar se aqueles nomes estranhos remetem a programas legítimos ou não. Aliás, como o que abunda não excede, não deixe de recorrer também a programas que detectam e eliminam a maioria dos malwares do seu computador, como o Spyware Terminator, o SuperAntiSpyware ou o SpyCatcher Express, dentre tantos outros.

O que é o NAT - Network address translation

Em redes de computadores, NAT, Network Address Translation, também conhecido como masquerading é uma técnica que consiste em reescrever os endereços IP de origem de um pacote que passam por um router ou firewall de maneira que um computador de uma rede interna tenha acesso ao exterior ou Rede Mundial de Computadores.


Sabendo que os IP’s públicos (IPv4) são um recurso limitado e atualmente escasso, o NAT tem como objetivo poupar o espaço de endereçamento público, recorrendo a IP’s privados.



Os endereços públicos são geridos por uma entidade reguladora, são pagos, e permitem identificar univocamente uma máquina (PC, routers,etc) na Internet.



Por outro lado os endereços privados apenas fazem sentido num domínio local e não são conhecidos (encaminháveis) na Internet, sendo que uma máquina configurada com um IP privado terá de sair para a Internet através de um IP público.

A tradução de um endereço privado num endereço público é então definido como NAT e está definido no RFC 1631.



Existem 3 tipos de NAT:
NAT Estático – Um endereço privado é traduzido num endereço público. NAT Dinâmico – Existe um conjunto de endereços públicos (pool), que as máquinas que usam endereços privados podem usar. NAT Overload (PAT) – Esta é certamente a técnica mais usada. Um exemplo de PAT é quando temos 1 único endereço público e por ele conseguimos fazer sair várias máquinas (1:N). Este processo é conseguido, uma vez que o equipamento que faz PAT utiliza portas que identificam univocamente cada pedido das máquinas locais (ex: 217.1.10.1:53221, 217.1.10.1:53220, etc) para o exterior.


O PAT é a técnica presente na maioria dos equipamentos de rede que usamos. Considerando por exemplo um router WiFi. É possível ligarmos/associarmos vários clientes a esse equipamento e estes são configurados (ou adquirem) um endereço privado.



No entanto todos eles podem ter acesso à Internet através de um único endereço público. Como já referido, tal é possível porque a técnica de NAT, recorre às portas para distinguir os pedidos das máquinas internas. Na prática existem 65536 portas, no entanto por norma apenas são usadas as portas dinâmicas (de 49152 a 65535).



Limitações:
Por reconhecer apenas os protocolos TCP e UDP, não é possível estabelecer uma conexão que não utilize um desses protocolos.



O número gerado pela tabela de hash tem apenas 16 bits, o que faz com que esta técnica permita apenas 65505 conexões ativas. Dependendo das dimensões da rede e do número de pedidos feitos pelos computadores desta rede, o limite de 65505 pode ser facilmente atingido.



Vantagens
 
As entradas no NAT são geradas apenas por pedidos dos computadores de dentro da rede privada. Sendo assim, um pacote que chega ao router vindo de fora e que não tenha sido gerado em resposta a um pedido da rede, ele não encontrará nenhuma entrada no NAT e este pacote será automaticamente descartado, não sendo entregue a nenhum computador da rede. Isso impossibilita a entrada de conexões indesejadas e o NAT acaba funcionando como uma firewall.

28 de jul. de 2013

O Windows é um sistema inteligente, mas nem sempre ele consegue detectar dispositivos externos. Não são raras as situações em que o sistema não exibe um novo HD no Windows Explorer.
Pensando nessas ocasiões, resolvemos montar um tutorial para você forçar o sistema a exibir seu disco rígido (externo ou interno) entre as unidades no Windows Explorer. Além disso, vamos mostrar como é fácil criar partições e formatar seus dispositivos de armazenamento.


Forçando o reconhecimento do drive
Normalmente, o disco rígido é reconhecido pela placa-mãe (aliás, vale verificar na BIOS se o HD foi detectado), sendo que o único motivo para não aparecer no Windows Explorer é um pequeno probleminha no Windows. Para contornar o problema é simples:

- Na Área de Trabalho, pressione as teclas “Windows” e “R” para abrir a caixa de diálogo “Executar”;

 
- Escreva no campo “Abrir” o seguinte: diskmgmt.msc;

- O “Gerenciamento de Disco” será aberto. Verifique se o seu HD adicional está entre os itens listados;


- Clique com o botão direito sobre a unidade que não está aparecendo no Explorer e escolha a opção “Alterar letra de unidade e caminho...”;



- Na janela seguinte, pressione o botão “Adicionar”;


- Defina uma letra e clique em “OK”;


- Pronto. Seu HD deve aparecer no Windows Explorer.

Particionando e formatando o HD

Muitas vezes, pode ser que você está utilizando um HD que estava encostado. Nesses casos, uma formatação e, quem sabe, até a criação de partições são ações que podem garantir o melhor desempenho da unidade. Veja como fazer:

- Ainda na tela de “Gerenciamento de disco”, clique com o botão direito sobre o HD e abra o item “Excluir volume...”;


- O espaço disponível na unidade será identificado como “Não alocado”. Para criar um novo volume de dados, clique com o botão direito sobre “Novo Volume Simples...”;


- No assistente que será aberto, clique em “Avançar” para iniciar o processo;

- Defina o tamanho da primeira partição (em nosso exemplo, optamos por criar uma partição de 100 GB) ou use o tamanho máximo para criar uma única partição;

 

- Escolha uma letra a ser atribuída para a unidade;
- Informe se você deseja que o Windows formate a partição, o sistema de arquivos (deixe o NTFS para obter melhor desempenho), o tamanho da unidade de alocação (mantenha o valor padrão) e o rótulo;





- Clique em “Avançar” e, na janela seguinte, revise as ações. Se tudo estiver correto, pressione o botão “Concluir”;
- Você voltará para a tela de “Gerenciamento de disco”, onde a unidade estará em formatação;



- Caso você tenha repartido o HD em duas partes, repita as etapas anteriores para criar a outra partição e formatar;

- Acesse o “Meu Computador” e aproveite suas partições.



WINDOWS - REMOVENDO PROGRAMAS REBELDES

Sabemos que a maneira recomendada pela Microsoft para desinstalar aplicativos (através do desinstalador do próprio aplicativo ou clicando em Painel de Controle > Adicionar ou Remover Programas) não é tão eficiente quanto o procedimento levado a efeito pelo Revo Uninstaller ou o Comodo Programs Manager, por exemplo, que identificam e removem a maioria dos resquícios que o método convencional costuma deixar para trás.
Há casos, no entanto, em que a entrada referente a um aplicativo removido continua figurando na lista Adicionar ou Remover Programas. Então, para domar essa rebeldia, é preciso fazer uma breve incursão pelo Registro:


1 - Clique em Iniciar > Executar, digite "regedit" (sem as aspas) e clique em OK.
 
2 - No menu à esquerda da tela do Editor do Registro, expanda a chave HKEY_LOCAL_MACHINE e navegue por Software/Microsoft/Windows/CurrentVersion/Uninstall.

 
3 - Um nível abaixo, você verá uma lista com todos os aplicativos presentes em Adicionar ou Remover Programas. Localize o software em questão, dê um clique direito sobre ele e escolha a opção Excluir. 
4 - Feche o Editor do Registro e reinicie o computador.

 

Vale relembrar que edições manuais no Registro do Windows só devem ser levadas a efeito após a criação de um ponto de restauração do sistema e um backup da chave a ser modificada.

20 de jul. de 2013

Microsoft revela requisitos de hardware para o Windows 8.1

Durante o evento da Microsoft Worldwide Partner Conference a empresa trouxe alguns detalhes sobre os requisitos de hardware para executar de forma satisfatória o Windows 8.1, novo sistema operacional que deve ser lançado em breve.

Estes requisitos têm como intenção certificar as empresas fornecedoras de computadores, notebooks, tablets e outros aparelhos a trazer uma melhor experiência para o usuário que utiliza o sistema operacional da Microsoft.

Agora todas as GPUs (processadores gráficos) terão que ter o driver WDDM 1.3 instalado para poder executar o Windows 8.1. O suporte para discos rígidos SATA híbrido também está sendo adicionado ao sistema operacional.

Se um novo computador tem o Windows 8.1 instalado e também o hardware NFC, eles deverão utilizar o protocolo do ICN, de acordo com as novas exigências.

O suporte para leitores de impressão digital está sendo adicionado ao Windows 8.1 e a Microsoft e Intel também estão trabalhando em uma melhoria na tecnologia de trackpad e que será lançada ainda este ano para o Windows.

A Microsoft também já está pensando no futuro e a partir de 2014 todos os novos PCs com Windows terá que oferecer suporte a tecnologia sem fio Bluetooth, se o PC suporta Wi-Fi. Todos os computadores que oferecerem webcams terão que vir com no mínimo uma resolução de 720p (HD), assim como uma melhor fidelidade de áudio para os alto-falantes e microfones.

Além disso, já foram informados os requisitos também para 2015, onde poderemos ter o Windows 8.2 ou eventualmente o Windows 9. Neste ano os computadores terão que suportar especificações de Cryptoprocessor 2.0 do TPM (Trusted Platform Module), tornando a plataforma mais segura com o uso do BitLocker, por exemplo.

Requisitos mínimos para rodar o Windows 8.1


Se você está usando um computador com Windows Vista, 7 ou está usando o Windows 8 e gostaria de testar o Windows 8.1 em sua plataforma, veja os requisitos mínimos que seu computador deve ter para poder rodar o novo sistema operacional da Microsoft:
  • Processador de 1GHz ou mais rápido com suporte a PAE, NX e SSE2;
  • Memória RAM de 1GB para o Windows versão 32 bits ou 2GB para a versão 64 bits;
  • Disco rígido com espaço mínimo de 16GB para o Windows 32 bits ou 20GB para a versão de 64 bits;
  • Placa de vídeo com DirectX 9 e WDDM 1.0 ou superior;
  • Opcional: Se desejar utilizar os recursos de toque na tela, precisa de um monitor ou tablet com suporte a multi-touch;
  • Opcional: Para usar o Metro e seus aplicativos a resolução da sua tela deverá ser de no mínimo 1024x768 pixels;
  • Opcional: Para utilizar as ajustes de tela dos aplicativos o Metro a resolução de tela deve ser de no mínimo 1366x768 pixels
  • Opcional: Para utilizar o recurso de inicialização segura do firmware, o mesmo deve suportar o UEFI v.2.3.1 Errata B e deve ter a autoridade de certificação do Microsoft Windows no banco de dados com a assinatura UEFI.



14 de jul. de 2013

Quer um email descartável? Use o MailDrop

Muitas vezes precisamos de apresentar e registar os nossos endereços de email para podermos usar serviços ou funções. Ao apresentarmos os nossos emails pessoais estamos sujeitos a que comecemos a receber spam e outros emails não desejados.

O ideal é usarmos um email falso ou temporário para nos protegermos desse tipo de email, ao mesmo tempo que temos o serviço acessível.

O MailDrop vem fornecer esse serviço, sem qualquer obrigatoriedade de registro ou qualquer autenticação.


O MailDrop fornece um serviço de email temporário e que pode ser usado por qualquer um. Basta criarem um endereço que conheçam e este vai estar sempre disponível para receber mensagens.

Com este serviço apenas necessitam de registrar o endereço de email pretendido para que este fique de imediato disponível e pronto a usar.

 Mas o MailDrop recebe e trata as suas mensagens, como qualquer caixa de correio.

Ao acessarem aos serviços que pedem esses endereços de email podem dar um do MailDrop e posteriormente, quando o grau de confiança no serviço aumentar, podem alterar esse endereço por um de uso pessoal.

O MailDrop não tem qualquer registro ou autenticações, não tem passwords, não foi desenhado para qualquer tipo de segurança e não pressupõem nenhuma privacidade.

Podem receber qualquer mensagem de texto ou html, mas estas não podem exceder os 100k de tamanho. Cada caixa de correio terá a capacidade máxima de reter 10 mensagens, sendo que estas vão ser eliminadas se novas forem recebidas.

Além de tratar de ser uma caixa de email com essas características, o MailDrop trata também de fazer filtragem de Spam, recorrendo às mais modernas técnicas e mecanismos.

O acesso às mensagens que têm na sua conta do MailDrop é feito sem qualquer autenticação ou registos. Basta que coloquem o endereço de email criado o estão de imediato a ver as mensagens.

Esta falta de mecanismos de autenticação é propositada por esta caixa ser apenas para receber emails de sites e serviços, não sendo recebidas mensagens importantes.

 
Usem o MailDrop sempre que precisarem ter e de usar uma conta de email descartável. Basta colocarem o endereço pretendido e a sua conta estará pronta a ser usada.

O acesso ao email é simples e sem autenticação, o que facilita o controle das suas mensagens. No entanto estas mensagens têm uma vida útil muito curta e podem a qualquer momento ser eliminadas.

É um excelente serviço para terem um endereço de email descartável e sempre pronto a ser usado para evitar terem o Spam a ser entregue nas suas contas pessoais.


Homepage: MailDrop

10 de jul. de 2013

Descubra o lado bom da Deep Web

Há quem diga que o Google só consegue rastrear 1% do que existe online. Os outros 99% estariam na chamada Deep Web. Você já deve ter ouvido falar dela – e, se ouviu, provavelmente ficou em choque. Canibalismo e necrofilia são duas palavras comumente associadas à essa espécie de internet paralela, e servem como base para se ter uma noção do tipo de perversidade que se passa por lá. 


Mas será que a internet paralela não é essa que a gente usa e a internet real é a própria Deep Web? Essa hipótese parece imunda se você pensar nas coisas macabras que existem por lá, mas talvez seja preciso ir além e ver que tem muita coisa boa sendo feita ali embaixo. Você vai esbarrar em um tráfico de drogas aqui, um assassinato ali, a conexão é bem mais lenta, mas sabendo navegar (ou seja: sabendo onde não clicar) a experiência pode ser muito mais enriquecedora do que estamos acostumados. 



Há sempre um lado que pesa e outro lado que flutua
 
Na Deep Web tudo funciona na base de fóruns, exatamente pra dificultar o rastreamento por parte das autoridades. Você não vai encontrar sites bonitinhos. Você não vai encontrar muita coisa bonitinha (fotos de gatinhos trapalhões ficam restritas à web nossa de cada dia) tanto na estética como no conteúdo: apenas listas com um layout de internet do século XX, remetendo a tópicos desconcertantes, assombrosos ou repreensíveis – pegue o adjetivo mais sombrio que lhe ocorrer, coloque-o em cima do ombro e se prepare pra ser apresentado: “Oi, eu sou a Humanidade e quando não tem ninguém olhando é isso que eu faço”.



Claro que a parte bizarra da Deep Web é alimentada e consumida por gente de alma depravada e de vontades condenáveis em quase todas as religiões e épocas. Mas será, será mesmo, que é só isso?
Na internet normal você tem segurança, mas não tem anonimato. Na Deep Web você não tem segurança, mas tem anonimato. E esse exagero de privacidade da Deep Web pode ser usado para fins bem menos espúrios do que pedofilia, estupro e encomenda de assassinatos. Quer dizer, se a sociedade não está pronta para ver criancinhas mortas (é bom que não esteja), talvez ela também não esteja preparada para coisas como nível zero de censura ou documentos governamentais abertos ao público (ia ser bom se ela estivesse).



Muitos correspondentes internacionais se comunicam com suas respectivas redações por meio da Deep Web. Países como Irã, Coreia do Norte e China costumam controlar a internet convencional, sobretudo se quem estiver navegando nela for um jornalista estrangeiro. Nesse caso, usar a Deep Web é um jeito de burlar a censura. Especialistas acreditam que a própria Primavera Árabe não teria existido sem a Deep Web.



O Wikileaks e o Anonymous dificilmente teriam incomodado tanta gente poderosa se não fosse pela versão underground da internet. É lá que as quebras de sigilo começam – e foi graças a esse espaço que os próprios Anonymous divulgaram a identidade de quase 200 pedófilos no final de 2011.



Existem até agências que se dedicam exclusivamente a monitorar a Deep Web. Assim como assessorias de imprensa têm que rastrear a internet em busca de menções online de seus clientes, a Bright Planet vasculha a DW para encontrar virtualmente qualquer coisa. Em seu site, eles dividem suas ações em três: Governo (“ajudamos o Serviço de Inteligência dos EUA na Guerra Contra o Terror), Negócios (“seu negócio depende de inteligência em tempo real sobre coisas como propriedade intelectual”) e Usuários Únicos (“indivíduos encontram dificuldade em usar os mecanismos de busca convencionais”). A Bright Planet não divulga sua cartela de clientes em seu site.



A disseminação de conhecimento e bens culturais na parte de baixo da web também é mais radical do que estamos acostumados. Fóruns de programação bem mais cabeçudos que os da internet superficial, livros até então perdidos, músicas que são como achados em um sítio arqueológico em Roraima, artigos científicos – pagos na web normal, gratuitos na Deep – Tudo que existe na web, existe de maneira muito mais agressiva na DW. Tanto pro bem quanto pro mau.



3 coisas que você precisa saber sobre a Deep Web:
 
- Para navegar na Deep Web, as pessoas costumam usar o TOR (The Onion Router), um software que impede que suas atividades online fiquem registradas e sejam bisbilhotadas por quem quer que seja. É o browser mais seguro e privativo - fatores importantes, tendo em vista que a Deep também é pródiga em vírus de todos os tipos e tamanhos.


- O principal jeito de usar a DW, pelo menos para um principiante, é a Hidden Wiki, o Google do subsolo internético. Ele é o índice que vai te levar para os locais em que você desejar. InfoMine e WWW Virtual Library são as plataformas mais recomendadas para busca de conteúdo acadêmico.


- Uma dica recorrente é: enquanto estiver na Deep Web não baixe nada, não fale com ninguém. A internet está cada vez mais censurada e pode ser que a DW seja sim a alternativa para a boa e velha (e nunca vista) liberdade totalitária. Contudo, se você resolver se aventurar de fato, é bom parar um minutinho e pensar em tudo que os homens podem fazer quando não tem ninguém dizendo não.

8 de jul. de 2013

COMO LIMPAR A TELA DO MONITOR

A poeira que se acumula na tela do monitor pode ser facilmente removida com um pano seco, espanador ou aspirador de pó reversível, mas a gordura dos dedos e aquelas indefectíveis manchinhas resultantes de acessos de tosse, espirros e outros que tais requerem providências mais drásticas.

Qualquer loja de suprimentos de informática que se preze vende produtos específicos para esse tipo de faxina, mas você pode obter excelentes resultados esfregando gentilmente a tela com um pano de microfibras ou tipo PERFEX levemente umedecido com uma solução 1:1 de água morna e vinagre de vinho branco (jamais use sabão, detergente ou qualquer produto que contenha álcool) e, ao final, dê acabamento com uma flanela ou outro pano macio, limpo e seco.

Observação: O mesmo procedimento vale para TVs LCD ou Plasma e telas de celulares, smartphones e tablets – lembre-se de desligar os aparelhos da tomada ou remover a bateria, conforme o caso. Demais disso, borrife a mistura no pano (e não na tela) e só religue o aparelho quando ele estiver completamente seco.

6 de jul. de 2013

Erro 0x80070570 - Como resolver o problema no Windows 8

O erro 0x80070570 é típico do sistema Windows quando há arquivos corrompidos no sistema.

 

O erro 0x80070570 ocorre no Windows quando tentamos copiar, excluir ou mover alguns arquivos para um determinado lugar e é muito comum quando estamos instalando o sistema operacional, aparecendo à mensagem na tela e impossibilitando da instalação ser concluída.

Mas também pode ocorrer quando copiamos simples arquivos de um pen drive, DVD ou mesmo HD para outro local no sistema.

O motivo para isso acontecer pode ser:
  • Arquivo que está tentando copiar pode estar corrompido;
  • Problemas com algum endereçamento da memória RAM;

Resolvendo o problema do erro 0x80070570

 

1. Tente reiniciar o computador e faça o procedimento que estava tentando fazer novamente. Se estiver tentando instalar o sistema operacional, faça-o novamente. Muitas vezes pode ter sido um problema momentâneo na memória RAM e a reinicialização pode sanar este problema.

2. Se o problema está sendo no copiar, mover ou excluir um arquivo do seu computador estando no Windows, tente executar um anti vírus para verificar se não há nenhum malware que esteja corrompendo arquivos ou impedindo de executar determinadas ações no seu computador. Se algum vírus, for detectado, basta removê-lo, pois vírus e malwares podem fazer sérios danos ao seu computador se deixa-lo no sistema operacional.

Se não for encontrado vírus, tente desativar momentaneamente o anti vírus, pois as vezes o mesmo bloqueia o arquivo, fazendo com que não possa ser excluído ou movido.

3. Use a Verificação de erros e a Desfragmentação na unidade. Basta abrir o Explorer (teclas Win+E) e clicar em “Computador” ou “Este computador”.
Depois clique com o botão direito do mouse na unidade onde está tendo os problemas com os arquivos e escolha “Propriedades”. E execute a “Verificação de erros” e em seguida “Otimizar e desfragmentar a unidade”.


4. As memórias RAM do seu computador podem estar com problemas. Então use um programa como o Memtest para verificar se os endereços da memória estão todos em ordem.

5. Se o problema persiste no sistema operacional tente utilizar as ferramentas de reparo de inicialização para corrigir o problema. Basta inserir o disco do seu sistema operacional e acessar o reparo de inicialização por lá. Caso não tenha o DVD do Windows, utilize a Recuperação no Windows para voltar a um ponto de restauração. Basta procurar por recuperação no próprio sistema de busca do menu iniciar ou Win+F no Windows 8.

6. Use a ferramenta Chkdisk para reparar as unidades. Se você está tentando copiar um arquivo de um pen drive ou tentando instalar um sistema operacional do pen drive, utilize o comando abaixo usando o Prompt de comando (CMD) como administrador:


chkdsk /r /x
 
Onde x é a unidade que deseja verificar (pode ser C, D, E. Tem que verificar a unidade do seu HD e do pen drive usando o Explorer).

Se o CHKDSK lhe perguntar se quer agendar a verificação na próxima vez que inicializar o sistema, coloque S e dê Enter. Em seguida reinicie o seu computador.




7. Se o problema do erro 0x80070570 está ocorrendo quando tenta instalar o Windows (é comum no Windows 7) é provável que a mídia esteja corrompida. Isso pode ter acontecido quando estava baixando a ISO do sistema ou mesmo o DVD ou pen drive podem estar com problema. Tente baixar novamente o arquivo ISO ou se está usando um pen drive, execute o comando CHKDSK conforme explicado no item 6.
8. Por vezes (mas raramente) uma BIOS desatualizada pode ajudar a ocasionar este erro na cópia de arquivos por não compreender bem o endereçamento de memória RAM, problemas de transferência na placa mãe ou mesmo algum bug. Atualize a BIOS da sua placa para corrigir todos os bugs.
9. Se os erros de código 0x80070570 ainda persistem, talvez o problema seja mais grave e esteja nos registros do sistema operacional. Para corrigir será necessário um programa de verificação de registros confiável. Eu aconselho o CClean ou JetClean.

10. Também existe um programa chamado Speedy PC Pro que promove o conserto de vários tipos de códigos de erros, aumenta a velocidade do Windows, limpa alguns tipos de malwares e outros. Seria interessante seu uso caso o problema ainda esteja acontecendo com seus arquivos do Windows.







WINDOWS 7 - TRILHA ZERO (ou SETOR MBR) - COMO REPARAR?

Todo HD é formatado fisicamente na fábrica, quando então as superfícies dos pratos são divididas em trilhas, setores e cilindros. As trilhas são “círculos concêntricos” numerados da borda para o centro e divididos em (milhares de) setores de 512 bytes.

Observação: Não confunda formatação física com formatação lógica, que remete à "inicialização" feita no HD para permitir ao sistema "enxergar" as partições e criar os parâmetros necessários ao gerenciamento do espaço disponível.

Quando o drive é composto por dois ou mais discos, existe ainda a figura do "cilindro", que corresponde aos conjuntos de trilhas de mesmo número dos vários pratos (o cilindro 1 é formado pela trilha 1 de cada face de disco, o cilindro 2, pela trilha 2, e assim por diante).
O primeiro setor do HD – conhecido como setor de boot, setor zero, trilha zero ou MBR (Master Boot Record) – abriga o gerenciador de boot, as tabelas de alocação de arquivos usadas na formatação lógica das partições inicializáveis, além de outros dados inerentes à inicialização do sistema.

Observação: Não confunda setor com cluster. O primeiro corresponde à menor unidade física do HD, ao passo que o segundo, geralmente formado por um conjunto de setores, à menor unidade lógica que o SO é capaz de acessar para armazenar dados.

Caso um malware ou outro problema qualquer comprometa a trilha zero, o Windows não irá carregar e as partições ficarão inacessíveis (talvez seja exibida uma mensagem do tipo "O BOOTMGR ESTÁ AUSENTE, PRESSIONE CTRL+ALT+DEL PARA REINICIAR"). No entanto, se os dados estiverem realmente comprometidos, de nada adiantará reiniciar o computador. Por outro lado, antes de formatar o HD e reinstalar o sistema, tente o seguinte:
  • Insira o DVD de instalação do Seven na gavetinha e reinicie o PC (caso seu sistema tenha vindo pré-instalado e você não disponha da mídia em questão, veja se consegue obtê-la emprestada de algum amigo ou parente).
  • Escolha o idioma desejado e clique REPARAR O SEU COMPUTADOR.
Observação: Para dar o boot a partir de uma mídia óptica, a opção CD/DVD deve preceder o HD na sequência de inicialização. Acesse o CMOS SETUP, faça os ajustes necessários na página “Advanced Setup” (ou algo de nome semelhante), salve, encerre o programa e reinicie o computador.
 
  • Selecione a versão do sistema e clique em Correção de Inicialização. Se não resolver, volte ao Console de Recuperação, selecione Prompt de Comando e digite os seguintes comandos (pressionando Enter ao final de cada um): 
bootrec /fixmbr 
bootrec/ fixboot    bootrec/ rebuildbcd
  • Digite Exit para fechar a janela do Prompt, remova a mídia da gavetinha e reinicie o computador
Boa sorte. 
 
  

4 de jul. de 2013

Android: 99% dos mobiles estão vulneráveis a software malicioso

O Trojan, que existe já há quatro anos, é capaz de alterar o código de aplicativos sem afetar a assinatura criptografada dos apps.

 

Um time de pesquisadores da Bluebox Security descobriu uma vulnerabilidade no modelo de segurança Android. A falha permite a hackers acesso ao código APK dos mobiles sem quebra alguma das assinaturas criptografadas dos aplicativos. Assim, “qualquer app legítimo pode ser transformado em um Trojan malicioso”, como bem esclarece Jeff Forristal, chefe da pesquisa responsável por apontar o tal erro no sistema operacional desenvolvido pela Google.

E, ainda nas palavras de Forristal, “as implicações são enormes!”. Isso porque a vulnerabilidade nos sistemas Android existe há pelo menos quatro anos (época em que a versão 1.6 do OS em xeque fora lançado). Dessa forma, estima-se que cerca de 900 milhões de mobiles estão atualmente desprotegidos – e vulneráveis, portanto, ao “bug 8219321” (nome atribuído à falha encontrada).

Implicações

Dependendo do tipo de aplicação, um hacker pode “explorar a vulnerabilidade para qualquer coisa, como [para] o roubo de dados e criação de um botnet móvel” (coleção de softwares que se executam automaticamente), segundo esclarece Jeff Forristal. Esses programas maliciosos são capazes de acessar informações pessoais, conseguindo, por exemplo, códigos ou senhas já informados ao aparelho.



Além disso, funções indesejadas podem ser também ativadas: o envio arbitrário de mensagens, a realização de chamadas aleatórias, a ativação “secreta” da câmera e até mesmo a gravação de conversas são algumas das ações que uma aplicação Trojan pode executar. Em resumo, e como explica o próprio coordenador da pesquisa que descobriu o bug, “um aplicativo Trojan [“disfarçado”] do próprio fabricante do dispositivo pode solicitar acesso total ao sistema Android”.

Como o bug funciona?

  

Todos os aplicativos para Android possuem assinaturas criptografadas – recurso utilizado para determinar a legitimidade e validade dos apps instalados. A vulnerabilidade descoberta, então, faz com que seja possível alterar o código de qualquer aplicação sem que o registro criptografado seja quebrado (ou afetado de qualquer forma).

Logo, torna-se bastante difícil detectar a existência de um Trojan dotado dessas capacidades. Pode ser, por exemplo, que um autor malicioso “engane” o Android e invada o sistema de modo sorrateiro – sem ser notado.

O que fazer?

O bug 8219321 foi informado à Google em fevereiro deste ano. A solução apontada pelos pesquisadores parece simples: a ideia é fazer com que todas as fabricantes de dispositivos mobiles (e que utilizam, obviamente, o sistema Android) desenvolvam e disponibilizem firmwares capazes de consertar a tal vulnerabilidade.




No entanto, o tempo para “a disponibilização dessas atualizações pode variar amplamente, [uma vez que] depende das fabricantes e dos modelos em questão”, conforme esclarece novamente Forristal.
Por enquanto, as recomendações sugeridas pela equipe de pesquisadores da Bluebox são as seguintes:
  • Seja cauteloso ao baixar quaisquer aplicativos; e
  • Mantenha seu aparelho atualizado e fique ligado nos firmwares disponibilizados pela fabricante do seu mobile.
Mais detalhes acerca da vulnerabilidade encontrada serão apresentados por Jeff Forristal no dia 27 deste mês durante o evento Black Hat USA 2013.




 


3 de jul. de 2013

Como mostrar todos os apps ao invés da tela Iniciar no Windows 8.1

No Windows 8, para acessar todos os aplicativos instalados no computador, o usuário precisa dar vários cliques. Com o Windows 8.1 Preview, basta clicar na seta para baixo na tela Iniciar ou deslizar o dedo para cima.

Se você ainda não ficou satisfeito, é possível fazer com que a lista completa dos apps instalados no computador seja aberto ao pressionar a tecla Windows ou clicar no botão Iniciar. Veja como:

Passo 1. Abra a área de trabalho clássica pressione “WinKey (tecla com a bandeira do Windows) + D”;

Passo 2. Clique com o botão direito do mouse sobre um espaço vazio da barra de tarefas e vá em “Propriedades”;

Passo 3. Na aba “Navegação”, marque a opção “Mostrar automaticamente o modo de exibição Aplicativos quando eu entrar na tela inicial”;



Passo 4. Desmarcando a opção “Pesquisar em tudo, e não apenas em meus aplicativos, quando eu pesquisar no modo de exibição de Aplicativos”, um campo de pesquisa exclusivo para os apps instalados é adicionado;


 Passo 5. Caso queira que a categoria de aplicativos para a área de trabalho sejam listados primeiro, ative a opção “Listar primeiro os aplicativos de desktop no modo de exibição Aplicativos quando eles forem classificados por categoria”;


Passo 6. Por fim, lembre-se de confirmar as alterações pressionando “OK”.

Agora, ao pressionar a teclas Windows ou clicar no botão Iniciar, uma lista com todos os aplicativos instalados será exibida.

Excel – tradução de fórmulas Inglês x Português

Um dos problemas do excel é o fato da Microsoft ter traduzido o VBA, não faz muito sentido traduzir palavras reservadas em linguagens de programação, mas como eles fizeram, o melhor é ter um índice de funções com a relação das funções em inglês e sua correlata em português. É um arquivão, então sugiro que utilizem o Control-F para procurar.

Inglês – Português
——————
ABS – ABS
ACCRINT – JUROSACUM
ACCRINTM – JUROSACUMV
ACOS – ACOS
ACOSH – ACOSH
ADDRESS – ENDEREÇO
AMORDEGRC – AMORDEGRC
AMORLINC – AMORLINC
AND – E
AREAS – AREAS
ASC – ASC
ASIN – ASEN
ASINH – ASENH
ATAN – ATAN
ATAN2 – ATAN2
ATANH – ATANH
AVEDEV – DESV.MÉDIO
AVERAGE – MÉDIA
AVERAGEA – fnNA:AVERAGEA
BAHTTEXT – fnNA:BAHTTEXT
BESSELI – BESSELI
BESSELJ – BESSELJ
BESSELK – BESSELK
BESSELY – BESSELY
BETADIST – DISTBETA
BETAINV – BETA.ACUM.INV
BIN2DEC – BINADEC
BIN2HEX – BINAHEX
BIN2OCT – BINAOCT
BINOMDIST – DISTRBINOM
CEILING – ARRED.EXCESSO
CELL – CÉL
CHAR – CARACT
CHIDIST – DIST.CHI
CHIINV – INV.CHI
CHITEST – TESTE.CHI
CHOOSE – SELECCIONAR
CLEAN – LIMPARB
CODE – CÓDIGO
COLUMN – COL
COLUMNS – COLS
COMBIN – COMBIN
COMPLEX – COMPLEXO
CONCATENATE – CONCATENAR
CONFIDENCE – INT.CONFIANÇA
CONVERT – CONVERTER
CORREL – CORREL
COS – COS
COSH – COSH
COUNT – CONTAR
COUNTA – CONTAR.VAL
COUNTBLANK – CONTAR.VAZIO
COUNTIF – CONTAR.SE
COUPDAYBS – CUPDIASINLIQ
COUPDAYS – CUPDIAS
COUPDAYSNC – CUPDIASPRÓX
COUPNCD – CUPDATAPRÓX
COUPNUM – CUPNÚM
COUPPCD – CUPDATAANT
COVAR – COVAR
CRITBINOM – CRIT.BINOM
CUMIPMT – PGTOJURACUM
CUMPRINC – PGTOCAPACUM
DATE – DATA
DATEDIF – DATADIF
DATESTRING – DATA.CADEIA
DATEVALUE – DATA.VALOR
DAVERAGE – BDMÉDIA
DAY – DIA
DAYS360 – DIAS360
DB – BD
DBCS – DBCS
DCOUNT – BDCONTAR
DCOUNTA – BDCONTAR.VAL
DDB – BDD
DEC2BIN – DECABIN
DEC2HEX – DECAHEX
DEC2OCT – DECAOCT
DEGREES – GRAUS
DELTA – DELTA
DEVSQ – DESVQ
DGET – BDOBTER
DISC – DESC
DMAX – BDMAX
DMIN – BDMIN
DOLLAR – MOEDA
DOLLARDE – MOEDADEC
DOLLARFR – MOEDAFRA
DPRODUCT – BDMULTIPL
DSTDEV – BDDESVPAD
DSTDEVP – BDDESVPADP
DSUM – BDSOMA
DURATION – DURAÇÃO
DVAR – BDVAR
DVARP – BDVARP
EDATE – DATAM
EFFECT – EFECTIVA
EOMONTH – FIMMÊS
ERF – FUNCERRO
ERFC – FUNCERROCOMPL
ERROR.TYPE – TIPO.ERRO
EUROCONVERT – EUROCONVERT
EVEN – PAR
EXACT – EXACTO
EXP – EXP
EXPONDIST – DISTEXPON
FACT – FACT
FACTDOUBLE – FACTDUPLO
FALSE – FALSO
FDIST – DISTF
FIND – LOCALIZAR
FINDB – LOCALIZARB
FINV – INVF
FISHER – FISHER
FISHERINV – FISHERINV
FIXED – FIXAR
FLOOR – ARRED.DEFEITO
FORECAST – PREVISÃO
FREQUENCY – FREQUÊNCIA
FTEST – TESTEF
FV – VF
FVSCHEDULE – VFPLANO
GAMMADIST – DISTGAMA
GAMMAINV – INVGAMA
GAMMALN – LNGAMA
GCD – MDC
GEOMEAN – MÉDIA.GEOMÉTRICA
GESTEP – DEGRAU
GETPIVOTDATA – fnNA:GETPIVOTDATA
GROWTH – CRESCIMENTO
HARMEAN – MÉDIA.HARMÓNICA
HEX2BIN – HEXABIN
HEX2DEC – HEXADEC
HEX2OCT – HEXAOCT
HLOOKUP – PROCH
HOUR – HORA
HYPERLINK – fnNA:HYPERLINK
HYPGEOMDIST – DIST.HIPERGEOM
IF – SE
IMABS – IMABS
IMAGINARY – IMAGINARIO
IMARGUMENT – IMARG
IMCONJUGATE – IMCONJ
IMCOS – IMCOS
IMDIV – IMDIV
IMEXP – IMEXP
IMLN – IMLN
IMLOG10 – IMLOG10
IMLOG2 – IMLOG2
IMPOWER – IMPOT
IMPRODUCT – IMPROD
IMREAL – IMREAL
IMSIN – IMSENO
IMSQRT – IMRAIZ
IMSUB – IMSUBTR
IMSUM – IMSOMA
INDEX – INDICE
INDIRECT – INDIRECTO
INFO – INFORMAÇÃO
INT – INT
INTERCEPT – INTERCEPÇÃO
INTRATE – TAXAJUROS
IPMT – IPGTO
IRR – TIR
ISBLANK – É.CÉL.VAZIA
ISERR – É.ERRO
ISERROR – É.ERROS
ISEVEN – ÉPAR
ISLOGICAL – É.LÓGICO
ISNA – É.NÃO.DISP
ISNONTEXT – É.NÃO.TEXTO
ISNUMBER – É.NÚM
ISODD – ÉIMPAR
ISPMT – É.PGTO
ISREF – É.REF
ISTEXT – É.TEXTO
JIS – JIS
KURT – KURT
LARGE – MAIOR
LCM – MMC
LEFT – ESQUERDA
LEFTB – ESQUERDAB
LEN – NÚM.CARACT
LENB – NÚM.CARACTB
LINEST – PROJ.LIN
LN – LN
LOG – LOG
LOG10 – LOG10
LOGEST – PROJ.LOG
LOGINV – INVLOG
LOGNORMDIST – DIST.NORMALLOG
LOOKUP – PROC
LOWER – MINÚSCULAS
MATCH – CORRESP
MAX – MAXIMO
MAXA – fnNA:MAXA
MDETERM – MATRIZ.DETERM
MDURATION – MDURAÇÃO
MEDIAN – MED
MID – SEG.TEXTO
MIDB – SEG.TEXTOB
MIN – MINIMO
MINA – fnNA:MINA
MINUTE – MINUTO
MINVERSE – MATRIZ.INVERSA
MIRR – MTIR
MMULT – MATRIZ.MULT
MOD – RESTO
MODE – MODA
MONTH – MÊS
MROUND – MARRED
MULTINOMIAL – POLINOMIAL
N – N
NA – NÃO.DISP
NEGBINOMDIST – DIST.BIN.NEG
NETWORKDAYS – DIATRABALHOTOTAL
NOMINAL – NOMINAL
NORMDIST – DIST.NORM
NORMINV – INV.NORM
NORMSDIST – DIST.NORMP
NORMSINV – INV.NORMP
NOT – NÃO
NOW – AGORA
NPER – NPER
NPV – VAL
NUMBERSTRING – NÚMERO.CADEIA
OCT2BIN – OCTABIN
OCT2DEC – OCTADEC
OCT2HEX – OCTAHEX
ODD – IMPAR
ODDFPRICE – PREÇOPRIMINC
ODDFYIELD – LUCROPRIMINC
ODDLPRICE – PREÇOÚLTINC
ODDLYIELD – LUCROÚLTINC
OFFSET – DESLOCAMENTO
OR – OU
PEARSON – PEARSON
PERCENTILE – PERCENTIL
PERCENTRANK – ORDEM.PERCENTUAL
PERMUT – PERMUT
PHONETIC – fnNA:PHONETIC
PI – PI
PMT – PGTO
POISSON – POISSON
POWER – POTÊNCIA
PPMT – PPGTO
PRICE – PREÇO
PRICEDISC – PREÇODESC
PRICEMAT – PREÇOVENC
PROB – PROB
PRODUCT – PRODUTO
PROPER – INICIAL.MAIÚSCULA
PV – VA
QUARTILE – QUARTIL
QUOTIENT – QUOCIENTE
RADIANS – RADIANOS
RAND – ALEATÓRIO
RANDBETWEEN – ALEATÓRIOENTRE
RANK – ORDEM
RATE – TAXA
RECEIVED – RECEBER
REPLACE – SUBSTITUIR
REPLACEB – SUBSTITUIRB
REPT – REPETIR
RIGHT – DIREITA
RIGHTB – DIREITAB
ROMAN – ROMANO
ROUND – ARRED
ROUNDDOWN – ARRED.PARA.BAIXO
ROUNDUP – ARRED.PARA.CIMA
ROW – LIN
ROWS – LINS
RSQ – RQUAD
RTD – fnNA:RTD
SEARCH – PROCURAR
SEARCHB – PROCURARB
SECOND – SEGUNDO
SERIESSUM – SOMASÉRIE
SIGN – SINAL
SIN – SEN
SINH – SENH
SKEW – DISTORÇÃO
SLN – AMORT
SLOPE – DECLIVE
SMALL – MENOR
SQRT – RAIZQ
SQRTPI – RAIZPI
STANDARDIZE – NORMALIZAR
STDEV – DESVPAD
STDEVA – fnNA:STDEVA
STDEVP – DESVPADP
STDEVPA – fnNA:STDEVPA
STEYX – EPADYX
SUBSTITUTE – SUBST
SUBTOTAL – SUBTOTAL
SUM – SOMA
SUMIF – SOMA.SE
SUMPRODUCT – SOMARPRODUTO
SUMSQ – SOMARQUAD
SUMX2MY2 – SOMAX2DY2
SUMX2PY2 – SOMAX2SY2
SUMXMY2 – SOMAXMY2
SYD – AMORTD
T – T
TAN – TAN
TANH – TANH
TBILLEQ – OTN
TBILLPRICE – OTNVALOR
TBILLYIELD – OTNLUCRO
TDIST – DISTT
TEXT – TEXTO
TIME – TEMPO
TIMEVALUE – VALOR.TEMPO
TINV – INVT
TODAY – HOJE
TRANSPOSE – TRANSPOR
TREND – TENDÊNCIA
TRIM – COMPACTAR
TRIMMEAN – MÉDIA.INTERNA
TRUE – VERDADEIRO
TRUNC – TRUNCAR
TTEST – TESTET
TYPE – TIPO
UPPER – MAIÚSCULAS
USDOLLAR – MOEDA.EUA
VALUE – VALOR
VAR – VAR
VARA – fnNA:VARA
VARP – VARP
VARPA – fnNA:VARPA
VDB – BDV
VLOOKUP – PROCV
WEEKDAY – DIA.SEMANA
WEEKNUM – NÚMSEMANA
WEIBULL – WEIBULL
WORKDAY – DIATRABALHO
XIRR – XTIR
XNPV – XVAL
YEAR – ANO
YEARFRAC – FRACÇÃOANO
YIELD – LUCRO
YIELDDISC – LUCRODESC
YIELDMAT – LUCROVENC
ZTEST – TESTEZ
A1.R1C1 – A1.L1C1
ABSREF – REFABS
ACTIVATE – ACTIVAR
ACTIVATE.NEXT – ACTIVAR.SEG
ACTIVATE.PREV – ACTIVAR.ANT
ACTIVE.CELL – CÉL.ACTIVA
ACTIVE.CELL.FONT – CÉL.ACTIVA.TIPO.DE.LETRA
ADD.ARROW – ADIC.SETA
ADD.BAR – ADIC.BARRA
ADD.CHART.AUTOFORMAT – ADIC.FORMAT.AUTO.GRAF
ADD.COMMAND – ADIC.COMANDO
ADD.LIST.ITEM – ADIC.LISTA.ITEM
ADD.MENU – ADIC.MENU
ADD.OVERLAY – ADIC.SOBREPOSIÇÃO
ADD.TOOL – ADIC.FERRAMENTA
ADD.TOOLBAR – ADIC.BARRA.FERRAMENTAS
ADDIN.MANAGER – GESTOR.SUPLEMENTOS
ALERT – ALERTA
ALIGNMENT – ALINHAMENTO
ANOVA1 – ANOVA1
ANOVA2 – ANOVA2
ANOVA3 – ANOVA3
APP.ACTIVATE – APL.ACTIVAR
APP.ACTIVATE.MICROSOFT – APL.ACTIVAR.MICROSOFT
APP.MAXIMIZE – APL.MAXIMIZAR
APP.MINIMIZE – APL.MINIMIZAR
APP.MOVE – APL.MOVER
APP.RESTORE – APL.RESTAURAR
APP.SIZE – APL.TAMANHO
APP.TITLE – APL.TITULO
APPLY.NAMES – APLICAR.NOMES
APPLY.STYLE – APLICAR.ESTILO
ARGUMENT – ARGUMENTO
ARRANGE.ALL – DISPOR.TODAS
ASSIGN.TO.OBJECT – ATRIBUIR.A.OBJECTO
ASSIGN.TO.TOOL – ATRIBUIR.A.FERRAMENTA
ATTACH.TEXT – ANEX.TEXTO
ATTACH.TOOLBARS – ANEX.BARRA.FERRAMENTAS
ATTRIBUTES – ATRIBUTOS
AUTO.OUTLINE – AUTO.DESTAQUE
AUTOCORRECT – CORRECÇÃO.AUTOMATICA
AXES – EIXOS
BEEP – ALARME.SONORO
BORDER – LIMITE
BREAK – INTERRUPÇÃO
BRING.TO.FRONT – COLOCAR.PRIMEIRO.PLANO
CALCULATE.DOCUMENT – CALCULAR.DOCUMENTO
CALCULATE.NOW – CALCULAR.AGORA
CALCULATION – CALCULO
CALL – CHAMAR
CALLER – ORIGEM.CHAMADA
CANCEL.COPY – CANC.CÓPIA
CANCEL.KEY – CANC.TECLA
CELL.PROTECTION – PROTECÇÃO.CÉL
CHANGE.LINK – ALTERAR.LIGAÇÃO
CHART.ADD.DATA – GRAF.ADIC.DADOS
CHART.TREND – GRAF.TENDÊNCIA
CHART.WIZARD – ASSISTENTE.GRAFICOS
CHECK.COMMAND – MARCAR.COMANDO
CHECKBOX.PROPERTIES – PROPRIEDADES.CAIXA.VERIFICAÇÃO
CLEAR – LIMPAR
CLEAR.OUTLINE – LIMPAR.DESTAQUE
CLEAR.PRINT.AREA – LIMPAR.AREA.IMPRESSÃO
CLEAR.ROUTING.SLIP – LIMPAR.LISTA.DISTRIBUIÇÃO
CLOSE – FECHAR
CLOSE.ALL – FECHAR.TUDO
COLOR.PALETTE – PALETA.DE.CORES
COLUMN.WIDTH – LARGURA.COL
COMBINATION – COMBINAÇÃO
CONSOLIDATE – CONSOLIDAR
CONSTRAIN.NUMERIC – RESTRINGIR.VALOR.NUMÉRICO
COPY – COPIAR
COPY.CHART – COPIAR.GRAFICO
COPY.PICTURE – COPIAR.IMAGEM
COPY.TOOL – COPIAR.FERRAMENTA
CREATE.NAMES – CRIAR.NOMES
CREATE.OBJECT – CRIAR.OBJECTO
CREATE.PUBLISHER – CREATE.PUBLISHER
CUSTOM.REPEAT – PERSONAL.REPETIR
CUSTOM.UNDO – PERSONAL.ANULAR
CUSTOMIZE.TOOLBAR – PERSONAL.BARRA.FERRAMENTAS
CUT – CORTAR
DATA.DELETE – DADOS.ELIMINAR
DATA.FIND – DADOS.LOCALIZAR
DATA.FIND.NEXT – DADOS.LOCALIZAR.SEG
DATA.FIND.PREV – DADOS.LOCALIZAR.ANT
DATA.FORM – DADOS.FORMULARIO
DATA.LABEL – RÓTULO.DADOS
DATA.SERIES – DADOS.SÉRIE
DEFINE.NAME – DEFINIR.NOME
DEFINE.STYLE – DEFINIR.ESTILO
DELETE.ARROW – ELIMINAR.SETA
DELETE.BAR – ELIMINAR.BARRA
DELETE.CHART.AUTOFORMAT – ELIMINAR.FORMAT.AUTO.GRAF
DELETE.COMMAND – ELIMINAR.COMANDO
DELETE.FORMAT – ELIMINAR.FORMATO
DELETE.MENU – ELIMINAR.MENU
DELETE.NAME – ELIMINAR.NOME
DELETE.OVERLAY – ELIMINAR.SOBREP
DELETE.STYLE – ELIMINAR.ESTILO
DELETE.TOOL – ELIMINAR.FERRAMENTA
DELETE.TOOLBAR – ELIMINAR.BARRA.FERRAMENTAS
DEMOTE – DESPROMOVER
DEREF – VAL.REF
DESCR – DESCR
DIALOG.BOX – CAIXA.DIALOGO
DIRECTORY – DIRECTÓRIO
DISABLE.INPUT – DESACTIVAR.ENTRADA
DISPLAY – MOSTRAR
DOCUMENTS – DOCUMENTOS
DUPLICATE – DUPLICAR
ECHO – ECO
EDIT.COLOR – EDITAR.COR
EDIT.DELETE – EDITAR.ELIMINAR
EDIT.OBJECT – EDITAR.OBJECTO
EDIT.REPEAT – EDITAR.REPETIR
EDIT.SERIES – EDITAR.SÉRIE
EDIT.TOOL – EDITAR.FERRAMENTA
EDITBOX.PROPERTIES – PROPRIEDADES.CAIXA.EDIÇÃO
EDITION.OPTIONS – EDIÇÃO.OPÇÕES
ELSE – SENÃO
ELSE.IF – SENÃO.SE
ENABLE.COMMAND – ACTIVAR.COMANDO
ENABLE.OBJECT – ACTIVAR.OBJECTO
ENABLE.TIPWIZARD – ACTIVAR.ASSISTENTE.SUGESTÕES
ENABLE.TOOL – ACTIVAR.FERRAMENTA
END.IF – FIM.SE
ENTER.DATA – INTROD.DADOS
ERROR – ERRO
ERRORBAR.X – BARRA.ERRO.X
ERRORBAR.Y – BARRA.ERRO.Y
EVALUATE – AVALIAR
EXEC – EXEC
EXECUTE – EXECUTAR
EXPON – EXPON
EXTEND.POLYGON – EXPANDIR.POLIGONO
EXTRACT – EXTRAIR
FCLOSE – FECHARF
FILE.CLOSE – FICH.FECHAR
FILE.DELETE – FICH.ELIMINAR
FILES – FICHEIROS
FILL.AUTO – PREENC.AUTO
FILL.DOWN – PREENC.PARA.BAIXO
FILL.GROUP – PREENC.GRUPO
FILL.LEFT – PREENC.PARA.ESQUERDA
FILL.RIGHT – PREENC.PARA.DIREITA
FILL.UP – PREENC.PARA.CIMA
FILL.WORKGROUP – PREENC.GRUPO.TRABALHO
FILTER – FILTRO
FILTER.ADVANCED – FILTRO.AVANÇADO
FILTER.SHOW.ALL – FILTRO.MOSTRAR.TUDO
FIND.FILE – LOCAL.FICH
FONT – TIPO.DE.LETRA
FONT.PROPERTIES – PROPRIEDADES.TIPO.DE.LETRA
FOPEN – ABRIRF
FOR – PARA
FOR.CELL – PARA.CÉLULA
FORMAT.AUTO – FORMATO.AUTOMATICO
FORMAT.CHART – FORMATAR.GRAFICO
FORMAT.CHARTTYPE – FORMATAR.TIPO.GRAFICO
FORMAT.FONT – FORMATAR.TIPO.DE.LETRA
FORMAT.LEGEND – FORMATAR.LEGENDA
FORMAT.MAIN – FORMATAR.PRINCIPAL
FORMAT.MOVE – FORMATAR.MOVER
FORMAT.NUMBER – FORMATAR.NÚM
FORMAT.OVERLAY – FORMATAR.SOBREP
FORMAT.SHAPE – FORMATAR.FORMA
FORMAT.SIZE – FORMATAR.TAMANHO
FORMAT.TEXT – FORMATAR.TEXTO
FORMULA – FÓRMULA
FORMULA.ARRAY – FÓRMULA.MATRIZ
FORMULA.CONVERT – FÓRMULA.CONVERTER
FORMULA.FILL – FÓRMULA.PREENC
FORMULA.FIND – FÓRMULA.PROC
FORMULA.FIND.NEXT – FÓRMULA.LOCALIZAR.SEG
FORMULA.FIND.PREV – FÓRMULA.LOCALIZAR.ANT
FORMULA.GOTO – FÓRMULA.IR.PARA
FORMULA.REPLACE – FÓRMULA.SUBSTITUIR
FOURIER – FOURIER
FPOS – POSF
FREAD – LERF
FREADLN – LERLINF
FREEZE.PANES – FIXAR.PAINÉIS
FSIZE – TAMF
FTESTV – TESTEFV
FULL – COMPLETO
FULL.SCREEN – ECRÃ.COMPLETO
FUNCTION.WIZARD – ASSISTENTE.FUNÇÕES
FWRITE – ESCF
FWRITELN – ESCLINF
GALLERY.3D.AREA – GALERIA.AREA.3D
GALLERY.3D.BAR – GALERIA.BARRAS.3D
GALLERY.3D.COLUMN – GALERIA.COL.3D
GALLERY.3D.LINE – GALERIA.LIN.3D
GALLERY.3D.PIE – GALERIA.CIRCULAR.3D
GALLERY.3D.SURFACE – GALERIA.SUPERFICIE.3D
GALLERY.AREA – GALERIA.AREA
GALLERY.BAR – GALERIA.BARRAS
GALLERY.COLUMN – GALERIA.COL
GALLERY.CUSTOM – GALERIA.PERSONAL
GALLERY.DOUGHNUT – GALERIA.ANEL
GALLERY.LINE – GALERIA.LIN
GALLERY.PIE – GALERIA.CIRCULAR
GALLERY.RADAR – GALERIA.RADAR
GALLERY.SCATTER – GALERIA.DISPERSÃO
GET.BAR – OBTER.BARRA
GET.CELL – OBTER.CÉL
GET.CHART.ITEM – OBTER.ITEM.GRAF
GET.DEF – OBTER.DEF
GET.DOCUMENT – OBTER.DOCUMENTO
GET.FORMULA – OBTER.FÓRMULA
GET.LINK.INFO – OBTER.INFO.LIGAÇÃO
GET.MOVIE – OBTER.FILME
GET.NAME – OBTER.NOME
GET.NOTE – OBTER.ANOTAÇÃO
GET.OBJECT – OBTER.OBJECTO
GET.PIVOT.FIELD – OBTER.CAMPO.DINÂMICO
GET.PIVOT.ITEM – OBTER.ITEM.DINÂMICO
GET.PIVOT.TABLE – OBTER.TABELA.DINÂMICA
GET.TOOL – OBTER.FERRAMENTA
GET.TOOLBAR – OBTER.BARRA.FERRAMENTAS
GET.WINDOW – OBTER.JANELA
GET.WORKBOOK – OBTER.LIVRO
GET.WORKSPACE – OBTER.AREA.TRABALHO
GOAL.SEEK – ATINGIR.OBJECTIVO
GOTO – IRPARA
GRIDLINES – LINHAS.GRELHA
GROUP – AGRUPAR
HALT – PARAR
HELP – AJUDA
HIDE – OCULTAR
HIDE.DIALOG – OCULTAR.DIALOGO
HIDE.OBJECT – OCULTAR.OBJECTO
HISTOGRAM – HISTOGRAMA
HLINE – DESL.LIN.HOR
HPAGE – DESL.PAG.HOR
HSCROLL – DESL.JAN.HOR
INITIATE – INICIAR
INPUT – ENTRADA
INSERT – INSERIR
INSERT.MAP.OBJECT – INSERIR.MAPA.OBJECTO
INSERT.OBJECT – INSERIR.OBJECTO
INSERT.PICTURE – INSERIR.IMAGEM
INSERT.TITLE – INSERIR.TITULO
JUSTIFY – JUSTIFICAR
LABEL.PROPERTIES – PROPRIEDADES.RÓTULO
LAST.ERROR – ÚLTIMO.ERRO
LEGEND – LEGENDA
LINE.PRINT – LINHA.IMPRIMIR
LINK.COMBO – LIGAR.CAIXA.COMBINADA
LINK.FORMAT – LIGAR.FORMATO
LINKS – LIGAÇÕES
LIST.NAMES – LISTA.NOMES
LISTBOX.PROPERTIES – PROPRIEDADES.CAIXA.LISTAGEM
MACRO.OPTIONS – MACRO.OPÇÕES
MAIL.ADD.MAILER – CORREIO.ADIC.MAILER
MAIL.DELETE.MAILER – CORREIO.ELIMINAR.MAILER
MAIL.EDIT.MAILER – CORREIO.EDITAR.MAILER
MAIL.FORWARD – CORREIO.REENCAMINHAR
MAIL.LOGOFF – CORREIO.TERM.SESSÃO
MAIL.LOGON – CORREIO.INIC.SESSÃO
MAIL.NEXT.LETTER – CORREIO.CARTA.SEG
MAIL.REPLY – CORREIO.RESPONDER
MAIL.REPLY.ALL – CORREIO.RESPONDER.TODOS
MAIL.SEND.MAILER – CORREIO.ENV.MAILER
MAIN.CHART – GRAF.PRINC
MAIN.CHART.TYPE – TIPO.GRAF.PRINC
MCORREL – MCORREL
MCOVAR – MCOVAR
MENU.EDITOR – EDITOR.MENUS
MERGE.STYLES – INTERCALAR.ESTILOS
MESSAGE – MENSAGEM
MOVE – MOVER
MOVE.TOOL – MOVER.FERRAMENTA
MOVEAVG – MÉDIAMÓVEL
MOVIE.COMMAND – COMANDO.FILME
NAMES – NOMES
NEW – NOVO
NEW.WINDOW – NOVA.JANELA
NEXT – SEG
NOTE – ANOTAÇÃO
OBJECT.PROPERTIES – PROPRIEDADES.OBJECTO
OBJECT.PROTECTION – PROTEGER.OBJECTO
ON.DATA – QUANDO.DADOS
ON.DOUBLECLICK – QUANDO.DUPLOCLIQUE
ON.ENTRY – QUANDO.ENTRADA
ON.KEY – QUANDO.TECLA
ON.RECALC – QUANDO.CALCULO
ON.SHEET – QUANDO.FOLHA
ON.TIME – QUANDO.TEMPO
ON.WINDOW – QUANDO.JANELA
OPEN – ABRIR
OPEN.DIALOG – ABRIR.DIALOGO
OPEN.LINKS – ABRIR.LIGAÇÕES
OPEN.MAIL – OPEN.MAIL
OPEN.TEXT – ABRIR.TEXTO
OPTIONS.CALCULATION – OPÇÕES.CALCULO
OPTIONS.CHART – OPÇÕES.GRAFICO
OPTIONS.EDIT – OPÇÕES.EDITAR
OPTIONS.GENERAL – OPÇÕES.GERAL
OPTIONS.LISTS.ADD – OPÇÕES.LISTAS.ADIC
OPTIONS.LISTS.DELETE – OPÇÕES.LISTAS.ELIMINAR
OPTIONS.LISTS.GET – OBTER.LISTAS.OPÇÕES
OPTIONS.TRANSITION – OPÇÕES.TRANSIÇÃO
OPTIONS.VIEW – OPÇÕES.VER
OUTLINE – DESTAQUES
OVERLAY – SOBREP
OVERLAY.CHART.TYPE – SOBREP.TIPO.GRAFICO
PAGE.SETUP – CONFIG.PAGINA
PARSE – ANALISAR
PASTE – COLAR
PASTE.LINK – COLAR.LIGAÇÃO
PASTE.PICTURE – COLAR.IMAGEM
PASTE.PICTURE.LINK – COLAR.IMAGEM.LIGAR
PASTE.SPECIAL – COLAR.ESPECIAL
PASTE.TOOL – COLAR.FERRAMENTA
PATTERNS – PADRÕES
PAUSE – PAUSA
PICKLIST – LISTA.DE.ESCOLHA
PIVOT.ADD.DATA – TAB.DIN.ADIC.DADOS
PIVOT.ADD.FIELDS – TAB.DIN.ADIC.CAMPOS
PIVOT.FIELD – TAB.DIN.CAMPO
PIVOT.FIELD.GROUP – TAB.DIN.CAMPOS.AGRUPAR
PIVOT.FIELD.PROPERTIES – TAB.DIN.CAMPO.PROPRIEDADES
PIVOT.FIELD.UNGROUP – TAB.DIN.CAMPOS.DESAGRUPAR
PIVOT.ITEM – ITEM.TABELA.DINÂMICA
PIVOT.ITEM.PROPERTIES – TAB.DIN.ITEM.PROPRIEDADES
PIVOT.REFRESH – TAB.DIN.RENOVAR
PIVOT.SHOW.PAGES – TAB.DIN.MOSTRAR.PAGINAS
PIVOT.TABLE.WIZARD – ASSISTENTE.TABELAS.DINÂMICAS
PLACEMENT – POSICIONAMENTO
POKE – ENVIAR
POST.DOCUMENT – ENVIAR.DOCUMENTO
PRECISION – PRECISÃO
PREFERRED – PREF
PRESS.TOOL – PREMIR.FERRAMENTA
PRINT – IMPRIMIR
PRINT.PREVIEW – VER.ANTES
PRINTER.SETUP – CONFIG.IMPRESSORA
PROMOTE – PROMOVER
PROTECT.DOCUMENT – PROT.DOCUMENTO
PTTESTM – TESTETPM
PTTESTV – TESTETPV
PUSHBUTTON.PROPERTIES – BOTÃOACÇÃO.PROPRIEDADES
QUIT – SAIR
RANDOM – ALEAT
RANKPERC – ORDEMPERC
REFTEXT – REF.TEXTO
REGISTER – REGISTO
REGISTER.ID – REGISTO.ID
REGRESS – REGRESSÃO
RELREF – REFREL
REMOVE.LIST.ITEM – REMOVER.LISTA.ITEM
REMOVE.PAGE.BREAK – REMOVER.QUEBRA.PAGINA
RENAME.COMMAND – MUD.NOME.COMANDO
RENAME.OBJECT – MUDNOME.OBJECTO
REPLACE.FONT – SUBSTITUIR.TIPO.DE.LETRA
REQUEST – PEDIDO
RESET.TOOL – REPOR.FERRAMENTA
RESET.TOOLBAR – REPOR.BARRA.FERRAMENTAS
RESTART – REINICIAR
RESULT – RESULT
RESUME – CONTINUAR
RETURN – DEVOLVER
ROUTE.DOCUMENT – ENCAMINHAR.DOCUMENTO
ROUTING.SLIP – LISTA.DISTRIBUIÇÃO
ROW.HEIGHT – ALTURA.LIN
RUN – EXECUTA
SAMPLE – AMOSTRA
SAVE – GUARDAR
SAVE.AS – GUARDAR.COMO
SAVE.COPY.AS – GUARDAR.CÓPIA.COMO
SAVE.DIALOG – GUARDAR.DIALOGO
SAVE.NEW.OBJECT – GUARDAR.NOVO.OBJECTO
SAVE.TOOLBAR – GUARDAR.BARRA.FERRAMENTAS
SAVE.WORKBOOK – GUARDAR.LIVRO
SAVE.WORKSPACE – GUARDAR.AREA.TRABALHO
SCALE – ESCALA
SCENARIO.ADD – CENARIO.ADIC
SCENARIO.CELLS – CENARIO.CÉLS
SCENARIO.DELETE – CENARIO.ELIMINAR
SCENARIO.EDIT – CENARIO.EDITAR
SCENARIO.GET – CENARIO.OBTER
SCENARIO.MERGE – CENARIO.INTERCALAR
SCENARIO.SHOW – CENARIO.MOSTRAR
SCENARIO.SHOW.NEXT – CENARIO.MOSTRAR.SEG
SCENARIO.SUMMARY – CENARIO.SUMARIO
SCROLLBAR.PROPERTIES – BARRA.DESLOCAMENTO.PROPRIEDADES
SELECT – SELEC
SELECT.ALL – SELECCIONAR.TUDO
SELECT.CHART – SELEC.GRAF
SELECT.END – SELEC.FINAL
SELECT.LAST.CELL – SELEC.ÚLTIMA.CÉLULA
SELECT.LIST.ITEM – SELEC.ITEM.LISTA
SELECT.PLOT.AREA – SELEC.AREA.IMPRESSÃO
SELECT.SPECIAL – SELEC.ESPECIAL
SELECTION – SELECÇÃO
SEND.KEYS – ENVIAR.TECLAS
SEND.MAIL – ENVIAR.CORREIO
SEND.TO.BACK – COLOCAR.SEGUNDO.PLANO
SERIES – SÉRIE
SERIES.AXES – SÉRIE.EIXOS
SERIES.ORDER – SÉRIE.ORDEM
SERIES.X – SÉRIE.X
SERIES.Y – SÉRIE.Y
SET.CONTROL.VALUE – DEF.VALOR.CONTROLO

SET.CRITERIA – DEF.CRITÉRIOS
SET.DATABASE – DEF.BASE.DADOS
SET.DIALOG.DEFAULT – DEF.DIALOGO.PREDEFINIDO
SET.DIALOG.FOCUS – DEF.FOCO.DIALOGO
SET.EXTRACT – DEF.EXTRACÇÃO
SET.LIST.ITEM – DEF.ITEM.LISTA
SET.NAME – DEF.NOME
SET.PAGE.BREAK – DEF.QUEBRA.PAGINA
SET.PREFERRED – DEF.PREF
SET.PRINT.AREA – DEF.AREA.IMPRESSÃO
SET.PRINT.TITLES – DEF.TITULOS.IMPRESSÃO
SET.UPDATE.STATUS – DEF.ACTUALIZAR.ESTADO
SET.VALUE – DEF.VALOR
SHARE – PARTILHAR
SHARE.NAME – PARTILHAR.NOME
SHEET.BACKGROUND – FOLHA.SEGUNDO.PLANO
SHORT.MENUS – MENUS.REDUZIDOS
SHOW.ACTIVE.CELL – MOSTRAR.CÉLULA.ACTIVA
SHOW.BAR – MOSTRAR.BARRA
SHOW.CLIPBOARD – MOSTRAR.AREADETRANSFERÊNCIA
SHOW.DETAIL – MOSTRAR.DETALHE
SHOW.DIALOG – MOSTRAR.DIALOGO
SHOW.INFO – MOSTRAR.INFO
SHOW.LEVELS – MOSTRAR.NIVEIS
SHOW.TOOLBAR – MOSTRAR.BARRA.FERRAMENTAS
SIZE – TAMANHO
SORT – ORDENAR
SORT.SPECIAL – ORDENAR.ESPECIAL
SOUND.NOTE – ANOTAÇÃO.SONORA
SOUND.PLAY – SOM.REPRODUZIR
SPELLING – ORTOGRAFIA
SPELLING.CHECK – VERIF.ORTOGRAF
SPLIT – DIVIDIR
STANDARD.FONT – TIPO.DE.LETRA.PADRÃO
STANDARD.WIDTH – LARGURA.PADRÃO
START – VBA.CONTINUAR
STEP – PASSO
STYLE – ESTILO
SUBSCRIBE.TO – SUBSCRIBE.TO
SUBTOTAL.CREATE – SUBTOTAL.CRIAR
SUBTOTAL.REMOVE – SUBTOTAL.REMOVER
SUMMARY.INFO – SUMARIO
TAB.ORDER – ORDEM.TAB
TABLE – TABELA
TERMINATE – TERMINAR
TEXT.BOX – CAIXA.TEXTO
TEXT.TO.COLUMNS – TEXTO.PARA.COLUNAS
TEXTREF – TEXTO.REF
TRACER.CLEAR – ANALISADOR.LIMPAR
TRACER.DISPLAY – ANALISADOR.MOSTRAR
TRACER.ERROR – ANALISADOR.ERRO
TRACER.NAVIGATE – ANALISADOR.ORIENTAÇÃO
TTESTM – TESTETM
UNDO – ANULAR
UNGROUP – DESAGRUPAR
UNGROUP.SHEETS – DESAGRUPAR.FOLHAS
UNHIDE – EXPOR
UNLOCKED.NEXT – DESBLOQUEADA.SEG
UNLOCKED.PREV – DESBLOQUEADA.ANT
UNREGISTER – TIRAR.REGISTO
UPDATE.LINK – ACTUALIZAR.LIGAÇÃO
VBA.ADD.WATCH – VBA.ADIC.MONITORIZAÇÃO
VBA.CLEAR.BREAKPOINTS – VBA.LIMPAR.PONTOS.INTERRUP
VBA.DEBUG.WINDOW – VBA.JANELA.DEPURAÇÃO
VBA.EDIT.WATCH – VBA.EDITAR.MONITORIZAÇÃO
VBA.END – VBA.TERMINAR
VBA.INSERT.FILE – VBA.INSERIR.TEXTO
VBA.INSTANT.WATCH – VBA.MONITORIZAÇÃO
VBA.MAKE.ADDIN – VBA.CRIAR.SUPLEMENTO
VBA.OBJECT.BROWSER – VBA.OBJECTO.PROCURAR
VBA.PROCEDURE.DEFINITION – VBA.DEFINIR.PROCEDIMENTO
VBA.REFERENCES – VBA.REFERÊNCIAS
VBA.RESET – VBA.REINICIALIZAR
VBA.STEP.INTO – VBA.PASSO.INDIVIDUAL
VBA.STEP.OVER – VBA.INSTRUÇÃO.SEGUINTE
VBA.TOGGLE.BREAKPOINT – VBA.ALT.PONTO.INTERRUP
VIEW.3D – VER.3D
VLINE – DESL.LIN.VERT
VOLATILE – TEMPORARIO
VPAGE – DESL.PAG.VERT
VSCROLL – DESL.JAN.VERT
WAIT – ESPERAR
WHILE – ENQUANTO
WINDOW.MAXIMIZE – JANELA.MAXIMIZAR
WINDOW.MINIMIZE – JANELA.MINIMIZAR
WINDOW.MOVE – JANELA.MOVER
WINDOW.RESTORE – JANELA.RESTAURAR
WINDOW.SIZE – JANELA.DIMENSIONAR
WINDOW.TITLE – JANELA.TITULO
WINDOWS – JANELAS
WORKBOOK.ACTIVATE – LIVRO.ACTIVAR
WORKBOOK.ADD – LIVRO.ADIC
WORKBOOK.COPY – LIVRO.COPIAR
WORKBOOK.DELETE – LIVRO.ELIMINAR
WORKBOOK.HIDE – LIVRO.OCULTAR
WORKBOOK.INSERT – INSERIR.LIVRO
WORKBOOK.MOVE – LIVRO.MOVER
WORKBOOK.NAME – LIVRO.NOME
WORKBOOK.NEW – LIVRO.NOVO
WORKBOOK.NEXT – LIVRO.SEG
WORKBOOK.OPTIONS – LIVRO.OPÇÕES
WORKBOOK.PREV – LIVRO.ANTERIOR
WORKBOOK.PROTECT – LIVRO.PROTEGER
WORKBOOK.SCROLL – LIVRO.DESLOC
WORKBOOK.SELECT – LIVRO.SELEC
WORKBOOK.TAB.SPLIT – LIVRO.TAB.DIVIDIR
WORKBOOK.UNHIDE – LIVRO.EXPOR
WORKGROUP – GRUPO.DE.TRABALHO
WORKGROUP.OPTIONS – OPÇÕES.GRUPO.TRABALHO
WORKSPACE – AREA.TRABALHO
ZOOM – ZOOM
ZTESTM – TESTEZM